Apesar da notícia de proporções internacionais e urgente (que ainda está se desenrolando) não espere nada histérico, alarmista ou lacrador como está vendo por aí.
Antes de mergulhar nesse mais um episódio bizarro, típico do Brasil atual, antes, é preciso dizer que essa foi uma das eleições que mais me deixou nauseado, por assim dizer.
De um lado a raposa velha do sistema e do outro um sujeito totalmente repugnante (com o pescoço até o talo em investigações) com um trabalho irrelevante disputando o cargo mais importante de um país de 214 milhões de habitantes. Surpreendente pra qualquer país, menos pra nós, já acostumados.
Ademais, os citados são de muito menos valor do que o quadro representativo de que tratamos.